Testando sem acesso
Você não precisa de credencial para começar a escrever código. Boa parte do trabalho de integração (montar o Bundle, resolver referências, validar contra os perfis, tratar os identificadores) pode ser feita e testada localmente.
Como o processo de acesso costuma ser o gargalo do cronograma, saber trabalhar em paralelo com ele vale semanas.
Use os exemplos oficiais como massa de teste
Seção intitulada “Use os exemplos oficiais como massa de teste”O índice de artefatos traz instâncias completas de Bundle em JSON.
Baixe todas, coloque no seu diretório de fixtures e escreva os testes do leitor contra elas. São documentos válidos, produzidos pela mesma fonte que define os perfis e não há massa de teste melhor disponível publicamente.
Suba um servidor FHIR local
Seção intitulada “Suba um servidor FHIR local”O HAPI FHIR é a implementação de referência em Java e
roda em container. Você consegue dar POST nos Bundles de exemplo e ver como um
servidor FHIR real reage: buscas, paginação, formato de erro.
Há também um servidor público de testes, recomendado pelo próprio guia da RNDS, se você não quiser subir nada.
Gere volume com dados sintéticos
Seção intitulada “Gere volume com dados sintéticos”O Synthea gera históricos completos de pacientes fictícios como Bundles FHIR R4. É a forma mais rápida de produzir milhares de documentos para testar desempenho, paralelismo e tratamento de erro.
Os Bundles saem nos perfis americanos, não nos brasileiros. Servem como massa para exercitar throughput e parsing e não como teste de conformidade.
Leia a coleção Postman
Seção intitulada “Leia a coleção Postman”A coleção Postman do kyriosdata/rnds documenta a forma exata das requisições ao barramento. É excelente material de leitura mesmo sem poder executá-la: mostra headers, corpo e sequência de chamadas antes de você ter qualquer credencial.
Um aviso sobre dados de teste
Seção intitulada “Um aviso sobre dados de teste”O que só dá para testar com acesso
Seção intitulada “O que só dá para testar com acesso”Para calibrar expectativa, o que não dá para exercitar localmente:
- O comportamento real de erro do barramento
- A latência e os limites de vazão de produção
- O fluxo de token e o header
X-Authorization-Serverde ponta a ponta - A topologia por UF de produção (homologação é nacional e única)
Vale desenhar o código de forma que essas partes fiquem isoladas atrás de uma interface, assim o resto continua testável sem rede.