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Guia RNDS para Desenvolvedores

Integrar com a RNDS significa juntar documentação espalhada por cinco portais diferentes. Este guia já fez isso e mostra, em cada afirmação, de onde ela saiu e quando foi conferida.

A documentação da RNDS é aberta, mas está espalhada: a legislação fica no gov.br, os perfis FHIR no rnds-fhir.saude.gov.br, a parte narrativa no rnds-guia.saude.gov.br, os exemplos no Simplifier, e o processo de acesso no Portal de Serviços do DATASUS. Juntar tudo isso é a primeira semana de trabalho de qualquer integrador e todo mundo refaz esse mesmo trabalho do zero.

Há também um problema mais concreto. A página oficial de legislação da RNDS está incompleta: em agosto de 2026 ela não listava a Portaria GM/MS nº 6.100/2024, que instituiu o REPM e o REDFM, nem a GM/MS nº 8.347/2025, que substituiu o modelo do RAC. Quem confia só nela implementa o modelo errado.

Este guia tenta ser o índice que falta. Três regras sustentam isso:

  1. Toda afirmação técnica tem fonte pública linkada.
  2. Toda afirmação tem data de verificação, mostrada na página.
  3. Nada de dado real de paciente, em nenhuma hipótese.

O projeto é aberto sob CC BY 4.0 (texto) e MIT (código). A contribuição mais valiosa não é código: é avisar que saiu portaria nova ou que algo aqui está errado.