Começar do zero
Se você acabou de receber “precisamos integrar com a RNDS” e não sabe por onde pegar, esta página é o mapa. Leva uns dez minutos e evita as duas perdas de tempo mais comuns: começar pelo modelo errado e descobrir tarde que o gargalo do projeto é burocrático, não técnico.
O ponto que muda o cronograma
Seção intitulada “O ponto que muda o cronograma”O caminho
Seção intitulada “O caminho”-
Entenda o que a rede é: a RNDS troca documentos clínicos estruturados via API, não arquivos de remessa em lote. Isso muda tudo no desenho da integração. → O que é a RNDS
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Entenda o motivo de ser FHIR: você vai produzir e consumir grafos de recursos e a conformidade é verificável automaticamente contra perfis publicados. → Por que FHIR
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Descubra qual modelo é o seu: são onze modelos de informação, cada um com sua portaria. Implementar o errado é o erro mais caro do projeto. → Modelos de informação
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Dispare o processo de acesso com o gestor do estabelecimento, em paralelo com tudo o mais. → Como conseguir acesso
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Monte um documento e valide localmente, sem esperar credencial nenhuma. → Seu primeiro documento
Se você tem pressa
Seção intitulada “Se você tem pressa”Comece pelo REL (Resultado de Exame Laboratorial). Foi o primeiro modelo implantado, é o mais maduro e tem mais exemplos e material de apoio do que qualquer outro. Se o seu caso de uso permite escolher a porta de entrada, entrar por ele encurta a curva.
Se o seu caso é registrar atendimento de forma genérica e o estabelecimento não tem prontuário eletrônico, o modelo relevante é provavelmente o CMD.